A história mostra a realidade de muitas crianças no Brasil.
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
Depoimento do Nike
As
palavras têm o poder de transformar vidas, logo bem expressas são capazes de
mudar pensamentos, amadurecer ideias confortar pessoas ou destruí-las. No campo
das palavras temos as modalidades da fala e da escrita, dois segmentos
alinhados em prol da satisfação em direcionar uma informação exata a um público
específico.
Em
contrapartida, o usuário de uma língua usa a fala de modo livre, espontâneo,
sem se preocupar com a sequência discursiva, pois seu objetivo é que a mensagem
seja alcançada ao receptor. Por outro lado, a escrita foca especificamente no
“Falar correto” que usa como base a norma culta, por meio da gramática
normativa.
O ato
de escrever é uma prática que considero mágica, eficaz para qualquer momento. A
escrita tem grande importância na minha vida, sempre gostei de escrever, só que
sentia que faltava algo e hoje vejo que eram apenas as técnicas e a prática.
Não
preciso participar do corpo docente de uma instituição para saber escrever
corretamente, mas onde estudar a língua portuguesa a nível superior senão em um
curso de Letras? Espero que essa
formação me auxilie na boa prática da escrita, aprimorando minhas técnicas e
com isso eu possa amadurecer minhas habilidades e competências para redigir
gêneros textuais de acordo com a proposta de escrita.
No
ensino fundamental e médio deparei-me com diversos professores e educadores que
conseguiram me sensibilizar para o prazer de escrever, principalmente quando se
tratava de poemas. Após esse ciclo de letramento e aprendizagem procuro
atualizar-me referente às mudanças da escrita e ter um bom procedimento
enquanto sua prática, pois conhecimento nunca é demais.
Nike
Kenon dos Santos
Depoimento da Noêmia
Minha relação com a
"escrita" sempre foi algo muito íntimo e pessoal.
Aprendi a ler e fazer meus
primeiros rabiscos com meu padrinho antes de ir para a escola e acho que isso
me fez dar um valor diferente para o que mais tarde se tornaria um hábito, um
refúgio.
Por ser mais introspectiva,
sempre usei a escrita para me comunicar comigo mesma muito mais do que para
interagir com as outras pessoas.
É difícil verbalizar. É
complicado "falar" algumas coisas.
Dependendo da situação e do
momento, prefiro mesmo ficar calada.
Mas aos poucos fui descobrindo
que para mim, era mais fácil colocar no papel minhas iras, angústias, saudades,
desilusões, alegrias...
Não. Eu não sei escrever, estou
aprendendo! Exige prática.
E não tenho praticado muito. Não
me tornei uma escritora, nem desejei ser...
O que sempre fiz, mesmo sem
saber, foi colocar minhas "falas mudas" nas coisas que escrevia.
O fato de gostar de ler, me ajudou
muito nesse processo de desabafos.
Mas acho difícil escrever. Acho
difícil começar a escrita! Como em uma confissão, fico tensa para escrever até
mesmo as coisas que sei que rasgarei em seguida.
Preocupações me bloqueiam, a
obrigação (ter que escrever) me trava e diante do computador, fico muito, muito
muda!
Escrever. E não digitar, traz uma
sensação de liberdade...
Por instinto, impulso e sem saber
usar direito as regras gramaticais, uso papel e caneta pra desfazer meus
conflitos e desenhar meus caminhos.
E a qual gênero isso pertence?
Eu não sei. Espero descobrir. Só
posso afirmar, usando palavras da aula da Professora Adriana S. Vieira, que:
"...a Literatura nos ajuda a viver..."
Noêmia
Bernardo de Figueiredo
Depoimento da Marta
Foi no
ano de 1987 o mês eu não me lembro, mas foi nesse ano que o marido de uma prima
que mora no estado de Rondônia, teve malária o mesmo na época era deputado na
cidade de Ariquemes e foi transferido para o Hospital Beneficência Portuguesa
aqui em São Paulo.
Foi em
um domingo a tarde que eu a minha prima Conceição juntamente com a minha
madrinha e minha tia fomos ao hospital visitar o marido da minha prima
Madalena, chegando lá estava presente no quarto a irmã do meu primo o qual
estava internado, essa senhora de nome Rozinha ficou me encarando achei aquilo
estranho e muito chato, mas não dei importância pois não a conhecia.
Depois
de uma semana chegou a São Paulo a filha da minha prima Madalena, a qual ficou
hospedada na minha casa. Em um sábado de sol a minha prima Aninha pediu que eu
a levasse na casa da sua tia, pois a mesma (Aninha) não conhecia São Paulo, eu
a levei ate o bairro da Parada Inglesa onde morava a tia dela, chegando la a
tia era a dona Rozinha a qual tem três filhos um rapaz e duas meninas.
Esse
rapaz de nome Aristeu e um policial militar o qual ficou conversando comigo na
época o mesmo me emprestou um livro o qual devolvi no prazo de trinta dias nome
do livro O limiar do Inferno, na época ele falou para a minha prima que ele
tinha me achado muito metida e eu por minha vez achei o mesmo dele.
Passado
se alguns meses o marido da minha prima melhorou, teve alta e voltou para sua
cidade onde ele morava e trabalhava.
Um
belo de um dia que era uma segunda feira eu estava de férias do serviço, recebi
uma ligação era o primo da Aninha filho da dona Rozinha perguntando se ele
podia ir à minha casa, pois o mesmo precisava de falar comigo, quando ele
chegou na minha casa para minha surpresa o mesmo veio me pedir em namoro eu por
minha vez aceitei, ficamos noivos no mês de dezembro de 2008 e nos casamos no
de 1989.
Estamos
casados a vinte e quatro anos temos um filho de vinte anos o qual faz o curso
Psicologia na UNESP de Assis.
Maria
Marta C T de Carvalho
Depoimento da Márcia
Minha relação com a escrita vem de longa data,
antes mesmo de começar a aprender a ler eu já queria escrever. Não sou
escritora, nem tenho essa pretensão, gosto de escrever pelo gosto de dar vida
aos meus sentimentos e pensamentos.
Escrever é a forma que tenho de me expressar
melhor, quando tento falar, em algumas situações acabo complicando tudo. Sinto
que papel e caneta dão liberdade à minha alma e consigo me expressar melhor.
Nem sempre foi fácil escrever, ainda hoje não o é,
mas com o passar dos anos e livros e experiências de vida, a escrita tornou-se
tranquila, não fácil. Falar e escrever são, na minha opinião, a forma mais
profunda de expressão.
Recentemente fui a um Sarau da Cooperifa, e as
leituras dos textos fizeram com que eu pensasse na maravilha que é a Literatura
na vida das pessoas. Sinceramente não sou tão fã assim de alguns autores, mas
ver o povo simples cantando e rimando versos foi uma experiência ímpar.
Tudo é motivo para me inspirar a escrever. Guardo
na minha caixinha de ideias os escritos que faço ao longo da vida. Uns eu
público, o que é bem raro, outros eu guardo, outros simplesmente se vão.
Não imagino minha vida sem escrita. Escrevo tudo
que sinto, que vejo. Escrevo para todos. Mando e-mail, faço discursos quando me
sinto invadida, lesada nos meus direitos, intimidada, feliz, sonhadora... não
importa o sentimento, o que me empolga é motivo de escrita.
Agradeço Deus todos os dias por poder escrever e me
expressar, seja o sentimento que for!
Márcia
Almeida de Souza
domingo, 18 de agosto de 2013
Assinar:
Comentários (Atom)
