quinta-feira, 22 de agosto de 2013

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Depoimento do Nike

As palavras têm o poder de transformar vidas, logo bem expressas são capazes de mudar pensamentos, amadurecer ideias confortar pessoas ou destruí-las. No campo das palavras temos as modalidades da fala e da escrita, dois segmentos alinhados em prol da satisfação em direcionar uma informação exata a um público específico.
Em contrapartida, o usuário de uma língua usa a fala de modo livre, espontâneo, sem se preocupar com a sequência discursiva, pois seu objetivo é que a mensagem seja alcançada ao receptor. Por outro lado, a escrita foca especificamente no “Falar correto” que usa como base a norma culta, por meio da gramática normativa.
O ato de escrever é uma prática que considero mágica, eficaz para qualquer momento. A escrita tem grande importância na minha vida, sempre gostei de escrever, só que sentia que faltava algo e hoje vejo que eram apenas as técnicas e a prática.
Não preciso participar do corpo docente de uma instituição para saber escrever corretamente, mas onde estudar a língua portuguesa a nível superior senão em um curso de Letras?  Espero que essa formação me auxilie na boa prática da escrita, aprimorando minhas técnicas e com isso eu possa amadurecer minhas habilidades e competências para redigir gêneros textuais de acordo com a proposta de escrita.
No ensino fundamental e médio deparei-me com diversos professores e educadores que conseguiram me sensibilizar para o prazer de escrever, principalmente quando se tratava de poemas. Após esse ciclo de letramento e aprendizagem procuro atualizar-me referente às mudanças da escrita e ter um bom procedimento enquanto sua prática, pois conhecimento nunca é demais.

Nike Kenon dos Santos

Depoimento da Noêmia

Minha relação com a "escrita" sempre foi algo muito íntimo e pessoal.
Aprendi a ler e fazer meus primeiros rabiscos com meu padrinho antes de ir para a escola e acho que isso me fez dar um valor diferente para o que mais tarde se tornaria um hábito, um refúgio.
Por ser mais introspectiva, sempre usei a escrita para me comunicar comigo mesma muito mais do que para interagir com as outras pessoas.
É difícil verbalizar. É complicado "falar" algumas coisas. 
Dependendo da situação e do momento, prefiro mesmo ficar calada. 
Mas aos poucos fui descobrindo que para mim, era mais fácil colocar no papel minhas iras, angústias, saudades, desilusões, alegrias...
Não. Eu não sei escrever, estou aprendendo! Exige prática.
E não tenho praticado muito. Não me tornei uma escritora, nem desejei ser...
O que sempre fiz, mesmo sem saber, foi colocar minhas "falas mudas" nas coisas que escrevia.
O fato de gostar de ler, me ajudou muito nesse processo de desabafos.
Mas acho difícil escrever. Acho difícil começar a escrita! Como em uma confissão, fico tensa para escrever até mesmo as coisas que sei que rasgarei em seguida.
Preocupações me bloqueiam, a obrigação (ter que escrever) me trava e diante do computador, fico muito, muito muda! 
Escrever. E não digitar, traz uma sensação de liberdade...
Por instinto, impulso e sem saber usar direito as regras gramaticais, uso papel e caneta pra desfazer meus conflitos e desenhar meus caminhos.
E a qual gênero isso pertence?
Eu não sei. Espero descobrir. Só posso afirmar, usando palavras da aula da Professora Adriana S. Vieira, que: "...a Literatura nos ajuda a viver..."

Noêmia Bernardo de Figueiredo

Depoimento da Marta

Foi no ano de 1987 o mês eu não me lembro, mas foi nesse ano que o marido de uma prima que mora no estado de Rondônia, teve malária o mesmo na época era deputado na cidade de Ariquemes e foi transferido para o Hospital Beneficência Portuguesa aqui em São Paulo.
Foi em um domingo a tarde que eu a minha prima Conceição juntamente com a minha madrinha e minha tia fomos ao hospital visitar o marido da minha prima Madalena, chegando lá estava presente no quarto a irmã do meu primo o qual estava internado, essa senhora de nome Rozinha ficou me encarando achei aquilo estranho e muito chato, mas não dei importância pois não a conhecia.
Depois de uma semana chegou a São Paulo a filha da minha prima Madalena, a qual ficou hospedada na minha casa. Em um sábado de sol a minha prima Aninha pediu que eu a levasse na casa da sua tia, pois a mesma (Aninha) não conhecia São Paulo, eu a levei ate o bairro da Parada Inglesa onde morava a tia dela, chegando la a tia era a dona Rozinha a qual tem três filhos um rapaz e duas meninas.
Esse rapaz de nome Aristeu e um policial militar o qual ficou conversando comigo na época o mesmo me emprestou um livro o qual devolvi no prazo de trinta dias nome do livro O limiar do Inferno, na época ele falou para a minha prima que ele tinha me achado muito metida e eu por minha vez achei o mesmo dele.
Passado se alguns meses o marido da minha prima melhorou, teve alta e voltou para sua cidade onde ele morava e trabalhava.
Um belo de um dia que era uma segunda feira eu estava de férias do serviço, recebi uma ligação era o primo da Aninha filho da dona Rozinha perguntando se ele podia ir à minha casa, pois o mesmo precisava de falar comigo, quando ele chegou na minha casa para minha surpresa o mesmo veio me pedir em namoro eu por minha vez aceitei, ficamos noivos no mês de dezembro de 2008 e nos casamos no de 1989.
Estamos casados a vinte e quatro anos temos um filho de vinte anos o qual faz o curso Psicologia na UNESP de Assis.

Maria Marta C T de Carvalho

Depoimento da Márcia

Minha relação com a escrita vem de longa data, antes mesmo de começar a aprender a ler eu já queria escrever. Não sou escritora, nem tenho essa pretensão, gosto de escrever pelo gosto de dar vida aos meus sentimentos e pensamentos.
Escrever é a forma que tenho de me expressar melhor, quando tento falar, em algumas situações acabo complicando tudo. Sinto que papel e caneta dão liberdade à minha alma e consigo me expressar melhor.
Nem sempre foi fácil escrever, ainda hoje não o é, mas com o passar dos anos e livros e experiências de vida, a escrita tornou-se tranquila, não fácil. Falar e escrever são, na minha opinião, a forma mais profunda de expressão.
Recentemente fui a um Sarau da Cooperifa, e as leituras dos textos fizeram com que eu pensasse na maravilha que é a Literatura na vida das pessoas. Sinceramente não sou tão fã assim de alguns autores, mas ver o povo simples cantando e rimando versos foi uma experiência ímpar.
Tudo é motivo para me inspirar a escrever. Guardo na minha caixinha de ideias os escritos que faço ao longo da vida. Uns eu público, o que é bem raro, outros eu guardo, outros simplesmente se vão.
Não imagino minha vida sem escrita. Escrevo tudo que sinto, que vejo. Escrevo para todos. Mando e-mail, faço discursos quando me sinto invadida, lesada nos meus direitos, intimidada, feliz, sonhadora... não importa o sentimento, o que me empolga é motivo de escrita.
Agradeço Deus todos os dias por poder escrever e me expressar, seja o sentimento que for!

Márcia Almeida de Souza

domingo, 18 de agosto de 2013

“A Linguística é a parte do  conhecimento mais fortemente debatida no mundo acadêmico. Ela está encharcada com o sangue de poetas, teólogos, filósofos, filólogos, psicólogos, biólogos e neurologistas além de, não importa o quão pouco, qualquer sangue possível de ser extraído de gramáticos.”